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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Coletiva Ney Franco "Tivemos paciência e no final fomos premiados pelo esforço"






Qual sua análise do jogo?
Mesmo indo para o intervalo perdendo o jogo, a nossa equipe estava fazendo uma boa partida. Tomamos um gol que foi muito alertado no treinamento, a bola virada para o Fagner. Esse jogador não pode ter a liberdade de pegar a bola e cruzar na área, e o André fez o gol. Então a gente cobrou dos nossos atletas no intervalo, uma atenção maior. Dentro do imprevisto que tivemos durante o jogo, de perder o único volante de marcação, ousamos, conversei muito com o Luís Alberto para fazer a função de um volante centralizado e fiz uma linha de quatro homens para encostar no Dinei. Os jogadores tiveram um comportamento tático  muito bom, uma entrega muito grande, e viramos o jogo por isso. Tecnicamente a equipe se acertou, conseguimos marcar o Vasco no campo deles, não deixando sair jogando, aos poucos fomos crescendo no jogo, tomando conta do setor de meio campo e com o contra-ataque muito rápido. Se existe justiça no futebol, pelo segundo tempo que fizemos, não merecíamos uma derrota hoje, tivemos paciência e no final fomos premiados pelo esforço com esse golaço do Marquinhos.

Você perdeu o Michel, mas tinha dois volantes de origem no banco. Por que preferiu o Vander?
Pela questão do resultado. Eu confesso que se fosse um jogo que estivesse empatado eu faria uma substituição simples, um volante por outro. Mas estávamos perdendo, já ousamos logo, sem precisar esperar 15 ou 20 minutos, e foi uma tacada certeira. Ficamos felizes, porque todos trabalharam muito bem na preparação, o pessoal da estrutura do clube, montou a viagem, que foi muito boa, e principalmente a entrega dos atletas hoje.

O Vander mesmo entrando no decorrer da partida foi substituído, o que aconteceu?
Eu conversei com o Vander agora no final do jogo, no momento de fechar com os jogadores, eu fiz questão de trazer o Vander pra roda, e ficar do meu lado pra gente conversar. Futebol em alguns momentos, você tem que tomar as decisões pensando no resultado, se eu for olhar o lado humano da coisa eu não faria essa substituição. Mas hoje estava em jogo um resultado, e eu achei interessante fazer uma troca, o Vander entrou fez o papel dele, ajudou na marcação do Fagner, em termos de marcação o Fagner não apoiou mais, porém ofensivamente perdemos um pouquinho a força, então arriscamos com o Alemão. Fiz questão de falar com todos, que o Vander é um jogador que vai nos ajudar muito ainda dentro da temporada.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Coletiva Marquinhos "Uma coisa que eu não estava tendo era oportunidade"



Marquinhos têm a confiança do treinador Ney Franco, e já começou a demonstrar isso dentro de campo. Após o treino desta tarde, o meia concedeu entrevista coletiva e falou sobre sua relação com o novo técnico do Vitória, e como era com o antigo (Caio Jr.), propostas para deixar o clube, próximos jogos e mais. Confira!


Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

O treino de hoje não foi pesado, como esperávamos, o que achou disso?
É complicado sair de um jogo, como a gente saiu daqui no sábado e já treinar na segunda-feira do jeito que o professor queria. Mas ele sabe que não têm muito tempo para poder estar treinando com os jogadores, principalmente os que vêm jogando. Já temos uma viajem amanhã, porque nosso tempo de treinamento é muito curto, mas temos que dar o máximo no pouco tempo para chegar no jogo bem.

O Vitória têm tomado gols em todas as partidas, como você vê essa questão?
É difícil falar pois o campeonato Brasileiro é muito disputado. Nós sabemos que podemos fazer, mas podemos tomar também , e a muito tempo que eu não via o Vitória tomar muitos gols, principalmente no jogo contra o Cruzeiro. E a gente sabe da capacidade da equipe, do elenco que nós temos. Temos que parar para analisar isso que está acontecendo. Esperamos não levar tantos gols assim daqui pra frente.

Ney franco chegou e levantou seu moral, o que falar dessa nova oportunidade?
Ele chegou aqui passando confiança pra mim. Acho que ele estava acompanhando os jogos que eu entrava, aí ele chegou e disse: "Estava acompanhando todos os jogos, e vi que você entrava bem". Uma coisa que eu não estava tendo era oportunidade, principalmente para entrar jogando, e as vezes não entramos na posição que a gente gosta de jogar. Agora é esquecer, procurar trabalhar, que eu possa fazer bons jogos e ajudar a equipe do Vitória.

Você recebeu algumas propostas para deixar o Vitória, o que te fez continuar aqui?
Eu pensei no meu lado também, junto com a minha família, acho que não era hora de deixar o Vitória. Era o momento de ficar, porque eu sabia que poderia render muito mais aqui do que em outro lugar, com a cabeça longe da família. Então eu procurei ficar aqui, falei com a diretoria que eu só sairia daqui se eles me mandassem embora. Vou ficar para ajudar a equipe, e espero daqui pra frente dar sequência nos jogos.

O que esperar do Vitória na próxima partida diante do Internacional fora de casa?
Sabemos que viagem é cansativa, é muito complicado sair de um jogo, e já estar com viagem programada. Vai ser um jogo muito difícil contra o Inter, esperamos fazer uma grande partida, o mais importante é a vitória, para termos o apoio da torcida no jogo do Barradão.

Vocês estão preocupados com a proximidade do Vitória na zona de rebaixamento?
Preocupado qualquer jogador fica, mas é hora de pensar em vencer, só pensando assim pra escapar dessa zona. Agora é pensar no Internacional, fazer um grande jogo lá, vai ser um jogo muito difícil, mas o Inter joga na terça, para poder jogar na quinta, têm viajem também para eles. Esperamos fazer um grande atuação e sair com a vitória que é o mais importante.

Ney franco têm trabalhado muito sua motivação?
Temos que estar preparados para tudo, independente de motivação ou não do treinador, temos que estar no dia a dia, trabalhando, treinando, para conquistar seu espaço. É isso que venho buscando sempre, desde o outro treinador que estava aqui (Caio Jr.), e eu procuro dar meu máximo quando estou dentro de campo. As vezes não entramos bem, mas estamos ali para contribuir com a equipe, e sempre ajudar, que é o mais importante.

Então você reclama da falta de espaço com o treinador Caio Jr?
Qualquer jogador quer jogar, o mais importante é estar dentro de campo ajudando. As vezes entramos faltando 10 ou 15 minutos, e o jogador que entra nesse tempinho é o que leva a culpa. E pra gente é complicado, que estamos querendo entrar, e ajudar. As vezes o torcedor não olha quem está jogando os 90 minutos, só olha quem entrou os 10 minutos finais. As vezes não entramos bem na partida, porque estamos ansiosos querendo vencer. Mas agora é pensar na frente, e fazer belos jogos.

O que está atrapalhando o Vitória nos jogos fora de casa?
A nossa postura muda muito fora de casa. Eu acho que nossa equipe dentro de casa joga pra cima, pra frente. E fora, as vezes recuamos muito, e isso chama o adversário pra cima. Temos que parar para analisar isso, é preciso ter a mesma postura de dentro de casa nos jogos fora. mas vamos acertando isso no dia a dia, principalmente nesse segundo turno.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

sábado, 7 de setembro de 2013

Coletiva Ney Franco: "Gostaríamos de ter a vitória, mas em termos de igualdade, foi um resultado justo"



O técnico Ney Franco, concedeu entrevista coletiva após o empate em 1 a 1 com o Atlético-MG. Ney fez sua leitura do jogo, avaliou as atuações de Marquinhos, Kadu, Dinei, a arbitragem, contratações e mais. Confira!


Foto: Arena / Celso Pupo


Qual sua análise da partida?
O jogo foi muito disputado, além da qualidade do Atlético-MG, as duas equipes jogaram em cima de um gramado que já é pesado, que com o excesso de chuva ficou ainda mais pesado. Tivemos um problema na reta final, tanto o Maxi como o Marquinhos pediram para ser substituídos, a gente perdeu as jogadas de velocidade pelas beiradas. Além disso, o Vander foi vetado para o jogo, então perdemos uma opção de velocidade no banco. Acho que esse fator, no finalzinho do jogo, fez com quê o Atlético crescesse e terminasse o jogo melhor que a gente. lamentamos o empate, conversamos muito com os atletas, nos cobramos para que nas oportunidades fizéssemos os gols. Tivemos a infelicidade, além de perder um gol na frente, demos o contra ataque ao adversário, e foi o suficiente para que com a qualidade do Atlético, eles chegassem e fizessem o gol.

O que você viu de diferente da equipe diante do Flamengo e neste jogo contra o Atlético-MG?
No jogo do Maracanã a gente montou a equipe mais congestionada no setor do meio campo, praticamente com 3 volantes, 1 meia e 2 atacantes. Hoje conseguimos, principalmente no primeiro tempo, enquanto o Maxi e o Marquinhos estiveram em campo, trabalhar com mais atacantes, e em alguns momentos fizemos uma "abafa" na defesa do Atlético, que é uma equipe muito técnica, se você deixar sair jogando, eles chegam com facilidade no ataque. Então acho que a diferença do jogo passado para esse, é que neste último nós conseguimos encaixar mais a marcação, neutralizamos algumas jogadas do Atlético, e fomos uma equipe mais ofensiva, pena que dentre as oportunidades que tivemos, aproveitamos apenas uma.

Qual a programação para o segundo turno?
Primeiramente acho que temos que ter o desempenho melhor no segundo turno em termos de resultado, embora a equipe tenha feito 23 pontos no primeiro, sabemos que é um índice baixo. Temos que melhorar na parte técnica, tática, física, fazer essa equipe evoluir para que ela possa somar mais pontos e ter no segundo turno uma repetição. Nossa referência é o início de campeonato, onde a equipe fez bons jogos nas primeiras rodadas. Temos que nos mobilizarmos, para que diante do Internacional a gente possa entrar forte, e conseguir o primeiro sucesso fora de casa, o que ficamos devendo no primeiro turno.

Você disse na última entrevista que essa equipe têm alma. E novamente isso foi demonstrado?
Sem dúvida. Os jogadores estão esgotados fisicamente, mentalmente, se entregaram até o final do jogo. Isso mostra que estamos no caminho certo, e o que percebemos nesse pouco tempo, é que os jogadores estão querendo representar sua torcida, a camisa do Vitória dá melhor maneira possível. Então está tendo envolvimento, acho que se jogarmos com esse nível dentro e fora de casa, temos tudo para fazer um segundo turno melhor. Acho que o gramado muito "fofo", atrapalhou as duas equipes tecnicamente, tanto que os jogadores saíram bastante esgotados. O diferencial foi que o Atlético tinha no banco mais 2 jogadores de velocidade, o Neto Berola e o Luan, quando saíram os dois atacantes de velocidade por cansaço, entraram dois descansados. Dá nossa parte faltou mais um atacante de velocidade no banco, o que poderia nos dar talvez, um resultado melhor no jogo.

O empate foi um resultado justo pelo futebol apresentado?
Eu acho que no primeiro tempo conseguimos dar uma "abafa" no Atlético, fizemos um jogo melhor, e criamos mais duas oportunidades reais de gols. Acho que o resultado do primeiro tempo foi justo. O segundo tempo já foi bem mais disputado, o Atlético cresceu no jogo, como eu falei anteriormente, as opções de beirada de campo, eles tinham e nós não. Perdemos o Vander de última hora, que era uma opção para ficar no banco, e acho que com esse detalhe, o Atlético fez um segundo tempo com mais força física e ofensiva, então acabou merecendo. Gostaríamos de ter a vitória, mas em termos de igualdade, foi um resultado justo.

O trabalho daqui pra frente é mais motivacional?
A fala já é essa. Nós reunimos todos os atletas, fizemos questão de mostrar que segunda-feira, devemos nos apresentar aqui no clube, sabendo que temos um jogo difícil contra o Internacional e temos que fazer de tudo para recuperar esses dois pontos deixados aqui. Sabemos que será mais um jogo difícil, mas vamos mobilizar, e vamos para esse jogo com o objetivo de fazer uma boa partida, conseguindo a vitória fora de casa.

Qual sua opinião sobre a Arbitragem?
A arbitragem foi um pouco confusa, em alguns momentos dando ou invertendo faltas, mas não foram erros para o insucesso das duas equipes.

Maxi e Marquinhos pediram para sair, isso te preocupa?
Me preocupou o Maxi, pois quando pediu a substituição, ele disse que estava fisgando. Sabemos que no campeonato Brasileiro, quando entra no meses de final de Setembro e principalmente Outubro, são épocas em que a maioria das equipes tem jogadores com problemas musculares. O Marquinhos já é diferente, é mais falta da resistência aeróbica, pois não vinha jogando com muita frequência, sempre entrando no segundo tempo. Mas não têm problema nenhum para o próximo jogo. Perdemos muito na força ofensiva sem os dois.

Neste momento já pensa em contratações?
O mercado não têm muito atleta para te oferecer. Logicamente que é um tema para se discutir internamente. Nós temos nossos momentos de encontro com o Raimundo, o Presidente... Então internamente vamos tratar desse assunto.

O que você achou da atuação de Marquinhos e da estreia do zagueiro Kadu?
O Marquinhos enquanto teve resistência, ele ajudou muito, tanto na parte técnica, além do gol, ofensivamente chegava com muita força ao ataque. O Kadu fez uma partida segura, acho que o clube acertou na contratação deste atleta, chegou no momento certo e fez uma boa partida hoje, com muita segurança. Esperamos que ele possa manter, praticamente já está definido que ele joga contra o Internacional. Cometeu um erro no primeiro tempo, em função do gramado, ele escorregou e teve que fazer a falta, e consequentemente tomou o cartão amarelo. Ma acho que fez uma estreia com bastante segurança.

Por que a opção de começar a partida com o Dinei, e qual sua avaliação da atuação do camisa 9?
Como optamos por começar o jogo com a marcação avançada no campo do Atlético, para não dar liberdade para os zagueiros saírem jogando, o Dinei faz muito bem isso. E ao mesmo tempo, entramos com jogadores que fazem mais jogadas de fundo, e o Dinei têm essa característica de chegar mais dentro da área. Avalio que taticamente fez uma partida muito boa, e talvez se tivesse a oportunidade de fazer um gol, poderia sair como um dos melhores jogadores da partida, devido a entrega no jogo. Então gostei muito do desempenho do Dinei.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Coletiva Ney Franco: "Percebo nos jogadores uma vontade enorme de realizar um campeonato Brasileiro jogando em alto nível até a última rodada"



Após o treinamento e definição da equipe que enfrenta o Atlético Mineiro neste sábado, o técnico Ney Franco concedeu a tradicional coletiva antes dos jogos e falou sobre o que fazer para o time voltar a vencer, alterações na equipe, o que chamou mais sua atenção após chegar em Salvador, dificuldades para enfrentar o Atlético-MG, e mais. Confira!




O que fazer para a equipe voltar aos trilhos no campeonato?
Eu vou usar a fala que  tenho com os atletas dentro do vestiário, e agora na nossa primeira sessão de treinamentos mesmo. Eu como treinador estou pegando uma equipe posicionada no meio da tabela, que está mais próximo da zona do rebaixamento, do que a posição que trabalhou grande parte da competição no início, que é dentro do G4. Acho que o desafio nosso é recuperar essa equipe, os resultados positivos que foram feitos não foi por acaso, os jogos que o Vitória ganhou, jogou muito bem. Então não tem porque, dentro da mesma competição cair tanto de desempenho. Essa competição tem um princípio básico, dentro de casa tem que ter vitória, montar a equipe o tempo todo para vencer, logicamente que fora, a gente monta pra vencer também. Não deixar cair o desempenho dentro de casa, como foi o último resultado negativo aqui contra o Criciúma, e fora de casa tem que ter a competência para somar pontos, isso está fazendo um diferencial principalmente na campanha do Vitória nos últimos jogos. Os jogadores estão muito focados, o que me motivou a vir pro clube, além da história, a tradição, é perceber que tem uma equipe qualificada com condições de trabalhar na frente da tabela.


Você chegou e já resolveu fazer algumas alterações. Fabrício foi uma substituição forçada, devido a lesão. Explique a escolha por Marquinhos e Dinei no time titular?
O Fabrício sentiu, teve a contratação do Kadu, é um jogador que existe uma expectativa enorme nossa, para que venha a atender as necessidades técnica do clube, jogar bem. É uma posição que já estava em termos de números, carente. Então o atleta foi contratado pra isso, e coincidentemente, hoje, ainda teve a lesão constatada do Fabrício, que está fora, e ainda não sabemos o tempo de retorno.  A outra mudança é o Dinei, um atacante por outro, com característica diferente. O alemão é um atacante que sai mais da área, e nesse jogo vamos forçar muitas jogadas de linha de fundo, quero ter um atacante de mais referência, e que tem o cabeceio como uma qualidade. Queria com isso também, montar uma equipe mais ofensiva, na utilização do Marquinhos, que é um atleta que eu gosto muito, acompanho desde as categorias de base. Tenho conversado com ele, é um jogador que pode render mais, tem condições de ser um fator de desequilíbrio a nosso favor, principalmente nessa parte ofensiva. Então estou optando por uma equipe mais ofensiva dentro de casa, com condições de fazer uma marcação na saída de bola do adversário, e por isso, essa decisão de tirar um meio campo de marcação(Luís Alberto) e colocar outro de características mais ofensiva (Marquinhos).

O que te chamou mais atenção nesses primeiros dias no Vitória?
Primeiramente a estrutura que o clube dá pra gente desenvolver um bom trabalho, e percebo nos jogadores uma vontade enorme de realizar um campeonato Brasileiro jogando em alto nível até a última rodada. Então isso tudo nos motiva a desenvolver um trabalho, e acho que a referência que a gente tem que ter, são os jogos do início da competição, onde a equipe por méritos teve o artilheiro da competição, o Maxi, que precisa voltar a fazer os gols. Temos uma equipe competitiva, com uma defesa bem postada dentro de campo, da forma como eles foram nas primeiras rodadas do campeonato.

Hoje foi de fato o seu primeiro treinamento coletivo no Vitória, e já de cara vai encarar o atual campeão da Libertadores, o que você pensa sobre isso?
O campeonato Brasileiro, principalmente no segundo turno, tem essa característica. Em alguns momentos você vai enfrentar adversários que estão trabalhando lá na ponta, em busca de títulos ou vaga na Sul Americana, em outros, vamos pegar equipes que estão trabalhando em baixo, para fugir de rebaixamento, e ainda equipes intermediárias, que terão o objetivo do G4. Por exemplo, o Atlético, mesmo tendo assegurado uma vaga para a Libertadores do ano que vem, é uma equipe que tem potencial para trabalhar entro os quatro. É uma equipe que eu conheço bem, disputei a Libertadores pelo São Paulo, e enfrentei o Atlético várias vezes na temporada. É muito qualificada, se não neutralizar alguns jogadores, você está fadado a insucesso. Então é um jogo difícil, mas eu acho que tem que valer o nosso mando de campo. E aproveitar esse momento também, acho que é o momento ideal para o nosso torcedor vir a campo e nos apoiar, por que estamos em uma situação do campeonato que dá para brigar por uma posição dentro do G4 ainda. Eu acho que você ter um trabalho muito bem feito com os jogadores focados no jogo, e ter o seu torcedor do lado é muito importante, então eu queria aproveitar como treinador do Vitória, dizer ao nosso torcedor que está no momento de se juntar, vir a campo, porque podemos fazer do nosso estádio um caldeirão para vencer os nossos jogos, e depois criar uma situação para ter competência pontuando fora de casa.

Você tem alguma preocupação com o Ronaldinho Gaúcho? pediu aos jogadores para que não façam falta perto da área?
O Ronaldo, primeiramente, com a bola em movimento, é um jogador que merece atenção especial em termos de marcação, ele é aquele atleta, que em alguns momentos sai do meio, vai na lateral do campo, pega a bola e enfia para o atacante, então ele precisa ter sempre a marcação encurtada. Estamos definindo, em alguns momentos, quem pega o Ronaldo. E logicamente hoje, eu enfatizei muito o nosso trabalho de escanteio e faltas laterais defensiva, só não deu para intensificar mais, porque vamos ter um jogo amanhã e o campo está pesado. Até pra gente não correr o risco também de forçar o treinamento hoje e amanhã ter um desgaste físico, ou algum problema de lesão. Fizemos um treinamento picado, mas demos prioridade a esse setor defensivo das bolas paradas. Logicamente, um detalhe, é você tentar evitar as faltas principalmente na entrada da área.

O que o torcedor pode esperar dá nova equipe comandada pelo Ney Franco?
Independente do treinador que esteja a frente do Vitória, a forma da equipe jogar, o que faz diferença mesmo é a entrega dos jogadores dentro de campo. E eles estão muito focados, estão querendo fazer um jogo diferente, eles tem a consciência que a equipe vêm de 4 resultados negativos, e sabem que esse três próximos jogos são determinantes para definirmos se vamos para a frente da tabela, ou se vai ficar circulando na zona intermediária. São dois jogos dentro de casa, Atlético e o Náutico, e no meio de semana agora, fora, contra o Internacional. Então estamos fazendo uma meta curta desses três jogos, e o torcedor vai ver dentro de campo uma equipe aguerrida procurando o resultado o tempo todo. tenho certeza que vamos sair daqui, amanhã, com um jogo muito bem jogado, com potencial para enfrentar o Atlético e conseguir uma vitória.

O fato mando de campo, no qual o Vitória só perdeu um jogo, pode ser determinante?
Tem que ser. Todos os clubes que eu trabalhei, quando você estuda a tabela e vê que tem que jogar aqui contra o Vitória, você se prepara muito e sabe que é muito difícil. Então eu hoje trabalhando dentro do Vitória, sei qual o grau de dificuldade de vir jogar aqui, e como as equipes se preparam. Temos que manter o mesmo nível do primeiro turno nos jogos dentro de casa, e o que faltou eu acho, foi realmente o desempenho fora. Se tivermos uma campanha semelhante  dentro, e competência para ganhar alguns jogos fora, vamos trabalhar bem na tabela.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Coletiva técnico Ney Franco: " Essa equipe do Vitória têm alma"



O novo treinador rubro negro, Ney Franco, concedeu sua primeira entrevista coletiva como técnico do Vitória. Ney comentou sobre o jogo, o porque de dirigir a equipe já nesta quarta-feira, contratações, categorias de base, o que fazer a partir de agora, e mais. Confira!


Foto: Divulgação EC Vitória


Qual sua análise da partida?
Eu acho que o jogo teve dois momentos. O resultado não foi o que gostaríamos, mas dentro da dificuldade que foi o jogo, e fiz questão de dirigir a equipe hoje, eu poderia muito bem me apresentar ao Vitória e assistir da cabine, mas em função de termos uma partida no sábado e não haverá muito tempo para treinamento, eu já quis utilizar o jogo de hoje para ter esse contato, estar na lateral, ver a reação dos atletas, aos pedidos, antes, e no intervalo do jogo. Uma coisa eu percebi, essa equipe do Vitória têm alma. Eu acho que no sábado a gente já consegue manter o padrão ou desempenho que a equipe têm dentro de casa, e realmente em termos de pontuação o que precisa fazer é um ajuste, para que o time possa pontuar fora de casa.

Você está chegando agora, mas já são 4 derrotas seguidas. Você acha que vai ter que trabalhar mais a parte técnica e tática ou o emocional do grupo?
Eu acho que é um pouquinho de tudo, inclusive agora no vestiário a gente já conversou um pouquinho, já entrei nesse lado emocional, joguei os atletas pra cima, me peguei muito ao segundo tempo realizado. No primeiro tempo tivemos um pouco de dificuldade na definição da marcação do Elias, porque ele jogou como meia, o André fez o volante pelo lado esquerdo e a nossa equipe se perdeu. No momento em que teve o intervalo, que a gente conseguiu parar o jogo, no futebol é muito difícil você trocar essas informações na lateral do campo, a equipe já teve um segundo tempo melhor. Então eu percebi que emocionalmente essa equipe está pronta a responder aos nossos comandos, porque a gente fez um segundo tempo muito bom, embora não tenhamos criado muitas chances de gols, passamos a ter o domínio no meio campo, logicamente não deixamos o Elias jogar. Emocionalmente a equipe está muito afim de uma mudança, e a gente espera ter essa competência no jogo contra o Atlético Mineiro no sábado, para já conseguirmos um resultado melhor.

O que fazer para retomar os caminhos das Vitórias?
Esse campeonato tem um princípio básico, você tem que pontuar dentro de casa, ganhando jogos, e têm que ter a competência para fora de casa, conseguir a pontuação. Então nossa fala com os atletas é isso, eu acho que o trabalho é mais de mobilização mesmo, estou pegando uma equipe que foi bem trabalhada pelo Caio. Ela tem uma forma de jogar bem definida, com os jogadores sabendo a posição de cada um, a real função com a posse de bola, sem a posse de bola. Eu tenho que usar esses aspectos positivos, para que a gente possa colocar esses jogadores em campo de novo no sábado, recuperados fisicamente e emocionalmente da derrota de hoje. O jogo de hoje já deu para fazer algumas observações e tirar conclusões pra que a gente possa de novo ter uma retomada de vitórias dentro do campeonato Brasileiro da forma que foi no início da competição.

Com relação a contratações, você já sugeriu algum nome?
Primeiramente a gente vai tratar internamente. Estou chegando agora no clube, então hoje foi a primeira avaliação de um jogo fora de casa, a equipe do Flamengo precisava também urgentemente de uma vitória, eu acho que é assunto pra gente conversar depois do jogo contra o Atlético Mineiro. Vamos ter praticamente uma sessão de treinamento para preparar a equipe para o próximo jogo, e passando a segunda partida em casa, eu quero fazer uma avaliação melhor do elenco, até porque ele não está todo aqui. Eu tive contato apenas com 20 atletas do Vitória, temos mais atletas lá, e também eu tenho que lembrar que o Vitória é uma equipe formadora de jogadores. Quero conhecer primeiro as categorias de base, principalmente de imediato a categoria sub 20, pra gente fazer uma avaliação do elenco como um todo, para definir essa questão de contratação. Lembrando que estamos em um momento que o mercado também não te oferece muitos jogadores para contratação.

Com quantos jogos, você acha que o time começa a ter sua cara?
É difícil a gente ter uma avaliação. Taticamente eu não vou mudar muito essa equipe do Vitória, o que eu percebi é que em alguns momentos a gente vai ter que definir algumas situações de marcação. O momento de marcar o adversário na frente e não deixar sair jogando, marcar mais no campo do adversário, como fizemos no segundo tempo. As mudanças no intervalos surtiram efeito, embora não tenha conseguido empatar no mínimo o jogo, nosso gol saiu muito no finalzinho, a gente já tinha procurado ele desde o início. Mas vamos tentar fazer esses ajustes de trabalhar mais dentro do campo do adversário, tanto com a posse de bola, como a marcação mais avançada.

Como é pegar um time em crise e estrear com derrota?
Eu cheguei em um momento no qual o Vitória teve por opção a troca de treinador, e eu tive o convite. O que me motivou a pegar essa equipe, principalmente, a qualidade técnica que esse elenco têm. Eles não começaram o campeonato Brasileiro permanecendo algumas rodadas no G4 por acaso, então eu conheço muitos jogadores do elenco. Logicamento o campeonato brasileiro é muito difícil, me cabe primeiramente fazer um trabalho no qual o Vitória possa fugir da zona do rebaixamento, e depois ter um gás para tentar trabalhar de novo no G4, da forma como a equipe trabalhou no início do campeonato.

O que fazer a partir de agora?
Temos muito trabalho pela frente, eu encontrei com os jogadores pela primeira vez ontem a noite, fiz essa questão de dirigir o time hoje, porque praticamente é a "forma" de treinamento para o jogo de sábado onde já conheço melhor o grupo.


Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Juan elogia o novo técnico do Vitória Ney Franco, ambos trabalharam juntos em outras ocasiões






Foto: Divulgação

O lateral esquerdo Juan conhece o novo comandante do Vitória, Ney Franco, de "outros carnavais". Ambos trabalharam juntos pela primeira vez no Flamengo em 2006, e recentemente na equipe do São Paulo. Agora no Vitória, eles vão ter a oportunidade de relembrar bons momentos vividos na época do clube Carioca.

"Minha relação com o Ney é ótima, tive a oportunidade de trabalhar com ele duas vezes, trabalhos bons. No Flamengo tivemos uma passagem boa, um pouco mais longa, vitoriosa, e agora no São Paulo eu estava um tempo afastado ele que me chamou de volta. Consegui jogar alguns jogos com ele" disse Juan.

Demonstrando bastante conhecimento sobre o trabalho do treinador, Juan falou sobre como Ney franco gosta de armar suas equipes:

"O Ney é uma pessoa bem tranquila, boa de se trabalhar no dia a dia. Ele gosta de montar o time com bastante toque de bola, posicionamento, ele trabalha bastante a parte tática do time. É difícil dizer o quanto do Ney já vai ter no time para o jogo de quarta-feira, porque tivemos pouquíssimo tempo para treinamento, hoje o Éder (auxiliar técnico) passou algumas coisas do jeito que o Ney gosta, e tenho certeza que pelas características e qualidades como treinador, ele vai fazer um bom trabalho aqui no Vitória. Se Deus quiser nós vamos conseguir vencer esse jogo e ter uma boa sequência no campeonato" comentou.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Kadu é apresentado oficialmente: "Estou preparado para ajudar da melhor maneira possível"



O zagueiro Kadu, foi apresentado oficialmente na tarde desta segunda-feira no Barradão. O jogador concedeu entrevista coletiva e falou sobre a expectativa de atuar pelo Vitória, suas características, Ney Franco, torcida, Barradão e mais. Confira!

Foto: Divulgação

Qual a expectativa de jogar no Vitória, e como será a responsabilidade de substituir Gabriel Paulista?
Eu tive a oportunidade de jogar contra o Vitória, sei da força que é, e da responsabilidade de estar substituindo o Gabriel. Vou procurar manter o que vinha fazendo no antigo clube. Acredito que estou preparado para ajudar da melhor maneira possível.

Fale um pouco de suas características.
Eu me considero um zagueiro completo, velocidade, força, cabeceio... A gente nunca é perfeito, mas procuro estar evoluindo sempre nos treinamentos, porque sei que a repetição é muito importante.

Você conhece o trabalho do novo treinador Ney Franco? Já jogou com ele ou contra ele?
Não conheço. Fui pego de surpresa, estava viajando, quando cheguei, fiquei sabendo. Mas independente de qualquer coisa, eu estou defendendo o Vitória, e vou estar preparado e a disposição para dar o meu melhor sempre.

Como foi sua trajetória no futebol?
Eu comecei em Brasília, no time da minha cidade chamado Paranoá. Disputei jogos da base, subi para o profissional. Daí houve uma parceria entre o Paranoá e o Guarani, então fiz um teste no Guarani, fiquei uma temporada lá. Acabou o contratado, fui para o Bragantino, onde passei a aparecer no cenário Brasileiro. Fiz um grande campeonato Paulista e fui vendido para o Corinthians, onde disputei alguns jogos, mas infelizmente machuquei. Em 2009 voltei ao Bragantino, disputei a serie B. Em 2010 fui para o Figueirense onde subimos para a serie A. Em 2011 quase não joguei, por problemas de lesões. Já em 2012 eu recuperei bem, voltei forte, estive no Bragantino, e agora estou muito feliz de estar aqui no Vitória. Tenho certeza que vou aproveitar essa oportunidade com muito afinco e muita personalidade.

O que você conhece do Vitória, e qual a sua impressão ao conhecer o Barradão?
Fiquei impressionado. Nunca havia jogado aqui no Barradão, fiquei bastante feliz com a estrutura do clube, profissionais bastante capacitados, e uma torcida muito empolgante, pois isso é o que o jogador mais precisa. Estou vindo para ajudar o grupo, que é muito bom e vem fazendo um grande campeonato, espero ajudar da melhor maneira possível.

Já conhecia algum jogador do atual elenco?
Eu tive a oportunidade de jogar com o Wilson em 2010 no Figueirense, com o Deola no Guarani, e o restante só tive a oportunidade de jogar contra.

Com a chegada do novo treinador, todo mundo vai querer mostrar serviço, esse é um ponto positivo para você que chega agora?
Com certeza. Acredito que ele já saiba alguma coisa sobre mim, e como ele está chegando agora vamos ter que dar um pique a mais, trazer uma boa impressão, o que é bastante importante.

Como está a questão física?
O último jogo meu, foi contra a Chapecoense pela serie B, na semana passada. Quando fiquei sabendo do interesse do Vitória, o pessoal resolveu dar uma segurada, para não forçar nenhuma lesão. Por mim, eu já jogaria na quarta-feira, mas temos que fazer as coisas com calma, sabemos que tem um campeonato inteiro pela frente, estrear bem e na hora certa é a melhor forma.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Coletiva Juan: "Fico muito agradecido pela oportunidade que o Vitória está me dando"



O lateral esquerdo Juan foi apresentado oficialmente na tarde desta sexta-feira no Barradão. O jogador concedeu entrevista coletiva e falou sobre a expectativa de jogar no Vitória, momentos bons e ruins da carreira, o técnico Caio Jr, renovação de contrato e mais. Confira!

Foto Divulgação

Qual sua expectativa para ajudar o Vitória?
É a melhor possível. Fico muito agradecido pela oportunidade que estou tendo hoje, que o Vitória está me dando. É trabalhar, mostrar resultado dentro de campo, é isso que nós jogadores de futebol temos que fazer, e comigo não é diferente. Tenho que mostrar dentro de campo o meu valor, a minha vontade, e o meu prazer de estar vestindo essa camisa.

Você viveu a melhor fase de sua carreira no Flamengo. No São Paulo e no Santos não conseguiu repetir as boas atuações. Qual será o Juan aqui no Vitória?
Eu trabalho para melhorar, me dedicar, para ser o Juan do Flamengo. Pra muita gente que não acompanha, eu fiz muitos bons jogos no São Paulo. E no Santos também consegui ter uma sequência tão boa, quanto a do Flamengo, por um tempo menor. Aqui o objetivo é o mesmo, como foi em todos os lugares. Ter a oportunidade de vestir mais uma camisa rubro negra, isso pra mim é um prazer muito grande, e com certeza a minha vontade vai ficar demonstrada dentro de campo.

Você trabalhou com o Caio Jr. no Flamengo, como é essa relação?
O fato do Caio ser o treinador foi um motivo a mais para eu ter vindo para cá. Por ter trabalhado com ele no Flamengo, saber como eu gosto de jogar, as minhas características, tanto pessoal, como profissional, isso pesou na decisão de vir para o Vitória. Tenho certeza que se Deus quiser vai dar tudo certo, e tanto eu como ele, vamos conseguir mostrar o que mostramos no Flamengo.

O contrato é até o final do ano. Tem chances de renovar?
Isso depende muito de mim, do que eu fizer dentro de campo. Com relação a renovação, tem que ver com a direção. Eu tenho que fazer o meu papel dentro de campo, independente do que vai acontecer no futuro. Tenho que dar o meu melhor, para mostrar meu valor, e minha gratidão por essa oportunidade que o Vitória está me dando.

Qual sua expectativa de poder fazer sua estreia ao lado da torcida no domingo?
Está ótima, não podia ser melhor, não vejo a hora de poder estrear, se tudo der certo no domingo. Dentro de casa é sempre uma ótima oportunidade para estrear. Tomara que dê tudo certo, que o time jogue bem, que eu possa fazer uma boa partida, e se Deus quiser possamos sair com o resultado vitorioso.

Você espera ter sequência de jogo aqui no Vitória, para ter tempo de desempenhar seu melhor futebol?
O pensamento é que sim. A cada desafio que a gente tem, procuramos sair da melhor maneira possível, pensamento positivo, de que tudo dê certo. Claro que tudo tem seu tempo e eu tenho o meu tempo, no Flamengo eu tive esse tempo de adaptação, de render, de pegar confiança dos companheiros, entender a forma do clube. Depois que sai do Flamengo não consegui ter a sequência de duas três temporadas, para que eu pudesse render e mostrar tudo que eu posso. Aqui a gente tem que se adaptar o mais rápido possível, porque está no fim do ano. Estou bem fisicamente para suportar o jogo, é claro que vai faltar um pouco de ritmo. Jogar quarta e domingo, um momento vai dá uma "pesada" na perna. Porque esse ano foi atípico na minha carreira, eu fiquei o começo do ano praticamente sem jogar, então não fiz uma pré-temporada e quando voltei a jogar no meio do ano, todo mundo já estava com um ritmo de jogo muito acima. É difícil para quem está parado, em uma sequência de jogo conseguir manter um alto nível. Então eu tenho consciência de que o começo vai ser um pouco mais difícil, complicado, mas isso a gente tem que superar, não posso usar como desculpa, eu tenho consciência de que futebol é resultado, tem pressão, e eu tenho que buscar outras maneiras de compensar isso. Jogar com inteligência, colocar toda vontade pra fora, buscar o limite, para fazer bons jogos com a camisa do Vitória.

Que lição você tirou desse momento sem jogar no São Paulo?
Em cada momento da nossa vida, a gente tem que saber aprender com os erros e acertos, tentar tirar lição. Foi um momento muito ruim na minha carreira por vários motivos, por eu não ter dado certo, por achar que o São Paulo não agiu corretamente comigo em algumas situações, não foi em uma, nem em duas, foram mais, e tudo isso acaba prejudicando um pouco o rendimento, abalando um pouco a confiança, tirando um pouco do foco. O jogador tem que estar no foco, com a cabeça boa, pensando só no jogo, no treino. Eu também não consegui render o que se esperava a curto prazo, e não tive também esse tempo para poder mostrar e melhorar. Assim como aconteceu no Flamengo, o meu primeiro ano não foi tão bom, o meu segundo foi um pouco melhor, o terceiro melhor ainda e as coisas foram acontecendo naturalmente. Então lá não aconteceu, mas tenho certeza que aqui vou conseguir mostrar o meu valor.

Quarta-feira tem o Flamengo no Maracanã, com a expectativa de poder atuar neste jogo?
É verdade. Tudo isso motiva ainda mais, encontrar o Flamengo, no novo Maracanã, a expectativa é a melhor possível. Poder fazer um excelente jogo no domingo, o time vencer, jogar bem e depois ir ao Rio de Janeiro com o único pensamento de buscar o três pontos. Temos que ir lá buscar o resultado pois temos um elenco forte.


Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Coletiva Ayrton: "Temos que fazer um bom jogo e buscar a vitória"


O lateral direito Ayrton será titular da equipe no domingo contra o Criciúma. O jogador concedeu entrevista coletiva na tarde de hoje e falou sobre a titularidade, o apoio da torcida, jogadores que chegaram, entrosamento com Maxi, e mais. Confira!


Foto: Maurício Naiberg / Bahia Notícias


Após alguns resultados negativos, o que fazer para voltar a vencer?
Viemos de 2 derrotas, uma pela Sul Americana e outra contra o Santos, então temos que voltar a vencer, ainda mais dentro de casa. O Vitória tem sido muito forte aqui, o adversário sabe da dificuldade de jogar aqui dentro. Temos que marcar forte e contra atacar também, impôr nosso ritmo para buscar a vitória.

A assessoria informou que você será titular no domingo, está preparado?
Nós temos que sempre estar a disposição do treinador, para ajudar o grupo dá melhor maneira. Venho trabalhando, estou a disposição, e a partir do momento que eles confiam em um atleta, nós temos que entrar em campo e corresponder a altura. Temos que fazer um bom jogo e buscar a vitória. Sabemos que do outro lado, onze também querendo vencer, mas temos que impôr um ritmo forte para conseguir a vitória.

A diretoria do Vitória reduziu o valor dos ingressos para que o torcedor possa comparecer mais. Qual sua opinião sobre a presença da torcida?
Quando você entra em campo e vê a torcida gritando, incentivando, isso é muito importante. Sabemos da importância de um torcedor dentro de campo, ajuda muito, sempre incentivando, para buscarmos a vitória da melhor maneira possível.

O Vitória pode ter algumas mudanças no time que enfrenta o Criciúma no domingo. Escudero, Juan e Alemão devem ser titulares. Esse fato pode ajudar a equipe?
São jogadores que estão chegando, o Escudero que já estava aí é um excelente jogador. O Juan está chegando agora, acredito que poderá ajudar muito a equipe. Independente de quem vá a campo, a equipe tem que entrar com a mentalidade de vencer, impôr um ritmo forte aqui dentro. Sabemos da dificuldade de jogar contra o Vitória aqui.

Como está o astral dos jogadores após a eliminação da copa Sul Americana?
Toda eliminação de um campeonato abate. Uns sentem mais outros menos. Não que seja diferente o modo deles conviverem dentro do clube, mas tem uns que sabem absorver mais rápido, tem outros que demoram um pouco mais. Temos que esquecer isso agora, e focar no Brasileiro. Temos condições de buscar várias vitórias e colocar a equipe em busca da libertadores.

O técnico Caio Jr. já afirmou que Escudero é o jogador mais importante taticamente do grupo. Com a volta dele a equipe pode melhorar? 
Eu acredito sim, que tem jogadores que fazem a diferença. Você arma um esquema para aquele jogador sobressair dentro de campo. O Escudero é um excelente jogador, acredito que agora voltando vai ajudar muito a equipe.

O Maxi é um jogador que vinha desequilibrando no início do campeonato, mas caiu um pouco de rendimento nos últimos jogos. Você que joga do mesmo lado que ele, já está entrosado?
Como disse na minha primeira entrevista, eu precisava entender como o companheiro gosta de receber a bola, e jogando com ele lá em Santos, já deu para ter a noção. Acredito que é um jogador que faz bastante diferença, e com certeza nós vamos ajudar ele, para que possa voltar a boa fase.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Caio Jr. lamenta eliminação, mas elogia postura tática da equipe



Foto: Felipe Rosa / Paraná Online
Logo após a eliminação da Copa Sul Americana diante do Coritiba na disputa por pênaltis, o treinador Caio Jr. lamentou o resultado, e enalteceu o comportamento tático da equipe:

"Eles se aproveitaram do nosso erro logo no início do segundo tempo. Jogamos bem contra o Santos e perdemos. Tenho que avaliar a parte tática e o desempenho dos atletas e, contra o Coritiba, estivemos próximos de vencer. O time está no caminho certo" disse.

Três jogadores rubro negros desperdiçaram as cobranças de pênaltis, Maxi, Pedro Oldoni e Eliseu. O técnico tratou de isentar os jogadores da culpa:


 "Bater pênalti contra goleiros do nível do Vanderlei e o Wilson não é fácil. Perdemos, é uma pena" avaliou.

Já são 3 derrotas consecutivas longe de Salvador, duas pelo Brasileirão e uma pela Sul Americana. Caio falou sobre um dos principais problemas para os fracassos seguidos:


"A lesão de Escudero me chateou muito porque ele é um atleta importante. Muitas coisas aconteceram. Na lateral, por exemplo, perdi dois jogadores ao mesmo tempo. Temos que ter calma e não podemos cobrar do Euller, que é um garoto" disse.

Neste ano o Leão não foi bem nas competições, ou em fase, no modelo "mata-mata". Com o baixo rendimento da equipe, e últimos resultados negativos, o treinador Caio Jr. fica em situação complicada no cargo. Vamos aguardar cenas dos próximos capítulos.

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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Caio Jr "O Coritiba é muito forte, e muito bem dirigido, nós vamos ter que superar"



O jogo desta terça-feira contra o Coritiba na Copa Sul Americana pode ser decisivo para o futuro do treinador Caio Jr. no comando do clube. Uma vitória e consequentemente a classificação, pode dar mais fôlego ao técnico, porém mais um resultado negativo fora de casa e uma desclassificação pode custar caro.



Hoje a tarde Caio Jr. comentou a dificuldade para enfrentar o frio de Curitiba:

"Curitiba é uma cidade diferente em relação ao Brasil. A adaptação para mim não é difícil, mas para meus jogadores é realmente difícil, porque treinamentos o ano todo em uma temperatura alta. Mas eu não vejo como problema, acho que as vezes é mais difícil jogar do frio para o calor, do que do calor para o frio. O que eu vejo é se continuar chovendo o campo vai estar pesado, e aí sim, há uma adaptação com relação ao gramado."

Um fator que vem atrapalhando o trabalho do treinador, são as muitas lesões em todas as posições do elenco rubro negro. Caio comentou sobre o assunto:

"Não estou conseguindo manter a escalação já faz algum tempo, isso é complicado também, mas estamos vivos. Acho que nossa classificação no Brasileiro ainda é boa, e a possibilidade de classificação na Sul Americana existe. Nós temos uma vantagem, mas existe o fator casa, o Coritiba é muito forte, e muito bem dirigido, nós vamos ter que superar."

Ser treinador é realmente complicado. O trabalho de todo o ano, desde as contratações a formação de um esquema tático, tudo por ser deixado de lado devido os últimos resultados. Sinceramente, espero que o Leão consiga a classificação, com Caio Jr. achando uma solução para os triunfos fora de casa, e que possa dar continuidade ao trabalho, que até então é bom. 

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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Lateral direito Ayrton será titular contra o Santos, confira entrevista coletiva com o jogador


O lateral direito Ayrton recém contratado pelo Vitória, irá realizar sua estreia com o manto rubro negro, diante do Santos, no sábado, na Vila Belmiro. O jogador concedeu entrevista coletiva nesta manhã e falou sobre a expectativa para a estreia, suas características, entrosamento com o restante do elenco e mais. Confira!



Foto: Divulgação

Qual sua expectativa para estrear com a camisa rubro negra?
É um prazer imenso está podendo chegar, entrar em campo, ajudar a equipe, ficar a disposição do treinador, e da melhor forma possível poder ajudar ao professor e ao grupo.

O que o técnico Caio Jr. conversou com você, já que suas características são diferentes das do Nino Paraíba?
Nós ainda não tivemos uma conversa taticamente falando, mas ele me conhece, já trabalhamos contra. Ele sabe que uma das minhas características é a bola parada, e sair para o jogo com tranquilidade, mas ajudando sempre o ataque.

Como é sair da serie B e jogar a serie A? 
A serie A, é um campeonato muito mais disputado. Na serie B, o Palmeiras vem fazendo um bom trabalho, ta liderando a competição, onde com certeza deve subir. Mas em termos de visibilidade, acredito que ambas as equipes são grandes, e estão desenvolvendo um grande trabalho. O Vitória estava em 5º, agora está em 7º, então temos que fazer por merecer continuar subindo degrau por degrau.

Como será estrear fora de casa, já que o Vitória não faz uma boa campanha longe do Barradão?
Nós temos que entrar em campo determinados, sempre compactados e não dar espaços para o adversário, sabemos que lá na Vila é difícil de se jogar contra o Santos, como aqui é difícil de jogar contra o Vitória. Então temos que entrar em campo, sempre em busca de somar pontos, e acredito que neste jogo não vai ser diferente. 

E como está o entrosamento com os outros jogadores?
Vamos ter que desenvolver na hora ali. É difícil de saber como cada um joga, o passe se gosta no pé ou mais na frente pra correr, então o entrosamento vai ter que ser na hora mesmo, se adaptar o mais rápido possível para poder ajudar a equipe.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

Coletiva Caio Jr. "Meu objetivo é tentar ganhar fora de casa"



Após o treino na manhã desta sexta-feira, o técnico Caio Jr. concedeu entrevista coletiva, e comentou sobre as dificuldades que serão encontradas diante do Santos, problemas para armar a equipe, preferência entre Brasileirão e Sul Americana, provável escalação e mais. Confira!




No final do treino o médico foi conversar com você. O que ele falou?
Eu tenho falado mais com os médicos do que com os jogadores, porque realmente estamos passando por um momento difícil, não só nós, como muitos clubes, pela sequência difícil. Mas aqui "bateu a bruxa" mesmo, perdi dois laterais em um jogo, o André Lima da maneira como foi, o Escudero que é um jogador muito importante, e agora os dois goleiros, o que não é normal, então isso deixa a gente preocupado. Mas as notícias foram boas. O Wilson, os exames mostraram praticamente sem lesão, o Escudero também, o Danilo também. Notícia boa também, é que o Nino e o Mansur evoluíram bastante, existe uma possibilidade boa de poder leva-los para terça-feira. Notícia ruim é que o Fabrício virou dúvida também, uma virose. Muito em função de recuperação, o jogador se desgasta muito, e as vezes fica debilitado. Mas é trabalhar com o que eu tenho a disposição, para colocar em campo o melhor possível.

Como está a situação dos goleiros, o Wilson será titular?
Em relação aos goleiros estão viajando os três, e nós vamos decidir lá em Santos, temos tempo até amanhã. A princípio se o Wilson estiver liberado, joga o Wilson e o Gustavo no banco. Se os dois não puderem aí vai o Guilhermo. Tenho que acreditar no menino, também tem capacidade, inclusive é o goleiro da Seleção da Bolívia, eu vejo nele um potencial, tranquilo. A tendência é que o Wilson e o Gustavo estejam no jogo.

Com a dúvida do Fabrício, como arrumar a zaga?
O Reniê vai jogar no lugar do Vitor, ele e o Fabrício, se o Fabrício não puder, vai jogar o Matheus. E nesse momento se o Fabrício não puder, eu não vou ter nem reserva. Porque nós estamos atrás de mais um zagueiro, talvez até dois, para compôr o grupo. Mas falei para a direção que não quero trazer por trazer, tem que ser um jogador que vá estar do nível dos jogadores que estão aqui.

Como lidar com esse entra e sai de jogadores, devido as lesões?
Eu já tive várias experiências nesse sentido, o grande segredo é saber administrar isso. Se você for ver, depois da Copa das Confederações, eu repeti a equipe, praticamente, 4 vezes, que é o time base que eu montei, e que deu certo, conquistou o título do Estadual e tal. A partir da 4ª rodada eu nunca mais repeti, e são sempre problemas difíceis, mas acho que o segredo esta aí, conhecer bem o grupo, as características, e saber usar. Se vai dar certo ou não, se vai ganhar o jogo ou não, é outra história. Esse jogo contra o Coritiba mesmo, foi muito em cima disso, com certeza ninguém esperava que eu fosse colocar um jogador como o Felipe durante o jogo. Então esse é o trabalho, analisar individualmente no dia a dia, e valorizar os que estão aqui.

O lateral direito Ayrton está na relação pela primeira vez, o que falar deste jogador?
O Ayrton é um jogador que a gente tem um conhecimento grande, acompanhei muito ele lá no Coritiba, ele foi um ótimo reforço. Em princípio terei o Nino voltando semana que vem, então vai ser um problema bom pra frente. Acho que o Dimas está dando uma resposta boa também, ele jogou muito bem contra o Coritiba. 
Ainda falando do Ayrton, ele tem uma bola parada excepcional de alto nível, e o cruzamento dele também, ganhamos um grande jogador. 

O que falar do próximo adversário, o Santos?
O Santos é um time que vem dando sequência ao que fez nos últimos anos, sempre equipes rápidas, leves. Saiu o Neymar, agora tem o Neilton, tem o Montillo que é um jogador muito rápido. Tem um meio campo experiente, com o Assunção, o Cícero, são jogadores de muita bagagem, bolas paradas boa. Zagueiro também de nível alto, Dracena e Durval. Eles fizeram um jogo bom contra o Grêmio, ganharam em casa. Todo mundo sabe, jogar na Vila Belmiro é sempre bem difícil, mas eu acredito que a gente possa conquistar pontos lá. Acho que chegou o momento de ganharmos pontos fora de casa, 1 ponto ou 3 quem sabe, seria um momento ideal para dar confiança a todos nós.

Existe uma inibição natural quando o Vitória joga fora de casa?
Eu acho que existe sim, a prova é que nosso mando de campo é um dos melhores. Nós não perdemos dento de casa ainda, e se mantivermos essa campanha, pontuando em casa, vamos fazer uma boa campanha, chegar perto dos 50%, que fica entre os 7 primeiros, provavelmente. Nós precisamos é melhorar fora de casa, esse é o grande objetivo na sequência, porque acho que o mando de casa já está definido, forte, enraizado. E fora de casa está faltando alguma coisa, que estou tentando encontrar. Todas as equipes tem um mando de campo forte, é difícil, em função de ter o apoio da torcida. Algumas questões culturais influenciam: "Há, fora de casa um empate é bom resultado", e as vezes inconscientemente quer jogar para se defender, e não é o meu caso. Contra o Cruzeiro nós acabamos tomando 3 gols, muito em função da equipe estar voltada para ganhar o jogo. Meu objetivo é tentar ganhar fora de casa.

Qual a prioridade? os três pontos contra o Santos, ou a classificação na Sul Americana?
Os dois. mas acho que um ponto em Santos seria muito bom também, por isso que eu preservei alguns jogadores no jogo de quarta-feira, acho que foi bem decidido. Vou ter teoricamente um meio campo novo, 100%, com toda energia, o Luis Alberto, Cáceres, Cajá, talvez o Vander. Essa era a ideia, e estar com possibilidade de colocar em prática com sucesso. Depois, para terça-feira, analisar bem quem vai estar 100%, eu vou ter o Victor 100 %, o Dimas que neste jogo não vai começar, desta vez vai o Ayrton. Talvez eu tenha o Nino, o Mansur, os que jogaram aqui inteiros, tudo vai passar por uma análise depois do jogo. Mas eu acredito nas duas situações, pontuar em Santos e trazer a classificação.

Quem deve ser titular para este jogo, você já tem definido?
Os que vinham jogando praticamente, o Luís Alberto, Cajá, Cáceres, com certeza vão começar. Vamos ver o Maxi, hoje ele estava cansado, o Dinei... mas a uma tendência deles jogaram também, é o que eu tenho de melhor para esse momento, e foi o que eu tinha de melhor contra o Coritiba naquele momento. Achei que o Magal, o Eliseu, Marquinhos e Camacho, depois o Felipe, deram uma resposta muito boa nesse aspecto. O Vander também é uma tendência, está bem recuperado, vinha jogando bem, fazendo uma função importante. Acho que o desenho está pronto.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Coletiva Fabrício "Acho que meu gol é fruto de trabalho"



Ele foi o "Salvador" na noite de ontem, com um belo chute em cobrança de falta, conseguiu nos dar a vantagem para o jogo de volta em Curitiba. O zagueiro Fabrício concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, e comentou sobre a partida, o gol salvador, a campanha do Leão fora de casa no Brasileirão, a pouca presença da torcida no Barradão e mais. Confira!


Foto: Divulgação

Você vem se especializando em salvar o Vitória no final da partida. Fala um pouco do seu gol, e de como foi a partida.
Acho que meu gol é fruto de trabalho. Quem acompanha os treinamentos sabe que a gente vem buscando, principalmente nos treinos que antecedem os jogos. Não só eu, como o Camacho, Cajá, Marquinhos, viemos treinando bastante para aproveitar as oportunidades. Em relação ao jogo, o professor deu oportunidade a pessoas que merecem, que trabalham tanto quanto a gente. Fizemos um bom primeiro tempo, mesmo com a marcação forte do Coritiba, nós conseguimos encaixar as jogadas, tivemos umas 2 ou 3 oportunidades. No segundo tempo, o jogo começou a ficar mais aberto, até mesmo pelo cansaço, o campo estava muito pesado. Eles também sentiram, mas no nosso caso foi maior, pelo fato dos nossos meias não terem uma sequência de jogos, isso é normal. Os jogadores deles tiveram uma sequência maior de jogos, principalmente o Botinelli, e os outros que estavam no meio campo, conseguiram dar mais ritmo. Nossa postura tática foi muito boa, conseguimos neutralizar a principal jogadas deles, que era utilizar o Bill como referência, depois o Keirrison. Graças a Deus conseguimos essa vitória que foi importante pra gente.

Como é atuar em um estádio quase vazio? de que forma isso interfere em vocês jogadores?
A torcida é muito importante pra gente. Tem o fato do jogo ser um pouco tarde, um horário ruim, não só para os torcedores, como para os jogadores também. Mas acho que estamos tentando melhorar cada vez mais, para que esse elo com a torcida possa cada vez, ficar mais firme, e que a gente consiga reverter esse episódio.

Mesmo com um público pequeno, o Vitória consegue fazer seus melhores jogos dentro de casa. por que essa diferença é tão grande quando o rubro negro joga fora de casa?
Acho que esse equilíbrio é que a gente vem tentando buscar. O potencial do nosso grupo é muito grande, nós sabemos disso. Infelizmente fora de casa, estamos tomando gol muito cedo, isso acaba desestruturando um pouco. Estamos procurando acertar isso, para poder melhorar o retrospecto fora de casa, e selar esse trabalho que estamos fazendo.

Em casa o Vitória tem o aproveitamento de G4 e fora de casa de Z4. Para almejar algo a mais nesse campeonato, precisa melhorar o desempenho fora de casa?
Com certeza. Acho que o principal a gente vem fazendo, que é cumprir nosso dever dentro de casa. Estamos trabalhando para conseguir o mesmo desempenho de dentro, fora de casa. Justamente para podermos brigar pela parte de cima da tabela. A gente sabe que é um campeonato muito difícil, muito disputado, onde os times que estão no G4 e no Z4 acabam se confrontando direto, mas os que estão em baixo, também acabam ganhando. Pra gente se manter ali em cima, sabemos que temos que conquistar pontos fora de casa. Esperamos começar essa caminhada contra o Santos.

Com a presença do torcedor, o Vitória conseguiria consolidar ainda mais essa campanha dentro de casa?
Com certeza. Temos nosso potencial, mas com eles temos nossa força, e junto deles essa força vai dobrar e aumentar cada vez mais, eles vão ser sempre importantes pra gente. Estamos buscando nossa melhora, principalmente fora de casa, para conquistar essa confiança, e quando o jogo for aqui, lotar o Barradão.

Tem algum segredo para conseguir dar aquele efeito na bola?
No primeiro tempo eu tive uma oportunidade em outra falta, e eu tenho mania de quando estou bem próximo da bola, olhar o posicionamento do goleiro. Na primeira ele saiu um pouco antes, justamente por eu ser canhoto, ele sabia que eu batia forte, tanto foi que ele conseguiu defender. E na segunda ele fez o mesmo movimento, ao invés de bater mais reto, eu bati com a parte mais de dentro do pé, que acabou dando o efeito, e graças a Deus, veio o gol.

Esse foi o primeiro jogo do Vitória no Barradão sem o zagueiro Gabriel, parece que a torcida esqueceu ele? 
O Gabriel é um jogador de suma importância para o nosso elenco, sempre soubemos disso, apesar dele não ter participado, fez muita falta e vai continuar fazendo, porque é um excelente jogador, um cara de grupo, amigo. A gente fica feliz porque ele foi buscar seu espaço, com mais visibilidade na Europa. Espero que ele brilhe muito, porque tem condições de chegar na Seleção Brasileira.

Vários jogadores lesionados, o Victor Ramos suspenso, Ayrton pela primeira vez relacionado, Wilson voltando de lesão, Gustavo sentindo as costas, até o Guilhermo de 19 anos tem chances de ser titular. Como arrumar a defesa para esse jogo?
Nosso grupo é muito homogêneo. A única diferença que pode ser é o Airton que está chegando agora, mas o Reniê, o Euller, a gente sempre está aí treinando juntos, acho que não vai ter diferença muito menos desentrosamento. A confiança de quem vai agarrar é total. Tanto o Wilson como o Gustavo, o Guilhermo, são jogadores que dispensam comentários, a confiança que temos neles é absurda. Acho que não vamos ter problema, agora é aguardar o treino de amanhã, para o professor Caio ajustar a nossa equipe. Nosso objetivo é melhorar esse desempenho fora de casa, até porque o nosso grupo tem potencial e merece estar brigando ali em cima, e é isso que a gente vai buscar, o tempo inteiro até o final do campeonato.

Você tem o costume de acabar o treino e ir para a academia, é daí que vem a força no chute?
Eu sempre tive o costume de ir para a academia, fortalecer, até porque a sequência de jogos é muito apertada, estou até com saudades de ir lá. Para o jogador é importante estar com a musculatura fortalecida para evitar lesão. Eu passei por isso no início do ano, cheguei aqui tive 3 lesões seguidas, coisa que nunca foi presente na minha carreira, pode ser uma coincidência, mas coincidiu quando eu larguei a academia. Então, eu tento sempre fazer um algo a mais, para poder estar sempre pronto e evitar lesão.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

Coletiva Caio Jr. "O Vitória tem um grupo, um elenco que veste a mesma camisa sempre"


Após o importante triunfo diante do Coritiba, o técnico Caio Jr. concedeu entrevista coletiva, e analisou o jogo, a atuação dos garotos da base, participação individual dos jogadores, planejamento para as próximas partidas e mais. Confira!



Foto: Divulgação


Os garotos revelados pela base rubro negra jogaram bem, assim como outros atletas que não vinham sendo titulares, qual a sua opinião com relação a participação deles no jogo de hoje?
É verdade, temos que enaltecer esses meninos. O Gustavo caiu no lance do primeiro tempo, inchou muito as costas, e ele foi no sacrifício realmente. Sensacional a atitude dele, não sei nem se ele vai poder viajar, mas dá orgulho de ver esse tipo de atitude. O Dimas, o Euller, o Magal foram muito bem, o próprio Eliseu que começou hoje pela primeira vez. O Felipe que entrou, foi um menino que estava aqui no grupo B, a gente descobriu aí que ele realmente tem muito talento. Então estou muito contente, porque estamos mostrando para todos que não existe 11, e principalmente aqui dentro. Vai jogar quem estiver melhor, com mais disposição, como eu vi hoje.

O Marquinhos fez uma boa partida hoje, concorda?
Muito boa partida também do Marquinhos. Foi exigido muito da parte física, acompanhou muito, recompôs, eu falei pra ele no vestiário. Taticamente a equipe foi perfeita, um adversário que é forte, é difícil. Praticamente esse time do Coritiba jogou contra o Corinthians de igual para igual, e merecia ganhar, no último Domingo. Realmente estamos de parabéns, apagamos o jogo do Cruzeiro, que foi uma situação atípica, foi a primeira vez na temporada que aconteceu uma situação como aquela, e que acontece no futebol. Agora estamos vivos e prontos para o jogo contra o Santos.

O Euller lhe agradou em campo hoje?
Muito, eu não quero elogiar demais, a gente tem que ter cuidado, porque futebol eu já vi muito coisa. O jogador aparece, não pode se deslumbrar, tem que ter pés no chão, humildade. Eu vejo isso no Euller, ele tem bastante pé no chão, até parece que tem 30 anos, porque ele executa uns lances de jogador experiente. Isso é muito legal, ele tem uma personalidade muito boa, é um menino que tem tudo para vencer como jogador.

O que tem a dizer sobre a escalação do time misto, e o que mais te agradou?
Eu vou pedir para vocês que dá próxima vez não falem que é time misto, estou até brincando, mas é verdade. O Vitória tem um grupo, um elenco que veste a mesma camisa sempre. Inclusive na Sul Americana, cada um tem o seu número. Tem que estar pronto para jogar, e a gente viu isso de novo. No jogo da Ponte Preta, mesmo com muitos problemas, vencemos e convencemos, hoje mais uma vez. É muito legal dar oportunidade, é uma coisa que me gratifica e me orgulha muito na carreira.

Qual o planejamento para os próximos jogos, e a importância deste resultado?
Agora eu tenho 4 jogadores que eu segurei hoje, para que estivessem sábado inteiros, Luís Alberto, Cáceres, Cajá e Vander, o Michel foi vetado para o jogo de hoje. Então, tem muita coisa para acontecer entre amanhã e sexta, para definirmos qual a equipe vai jogar contra o Santos. O resultado é muito importante porque se fizermos 1 gol lá, o Coritiba tem que fazer 3. Então não tomar gol foi fundamental, mas nós sabemos que lá em Curitiba vai ser muito difícil, e nós temos que estar preparados.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Coletiva Gustavo: Com o veto de Wilson, o jovem goleiro será titular contra o Coritiba



Com o veto do goleiro Wilson, o jovem Gustavo será o titular do jogo desta quarta-feira, contra o Coritiba no Barradão. O jogador concedeu entrevista coletiva nesta tarde e comentou sobre a expectativa de atuar no profissional, evolução, conversa com Caio Jr, dificuldades para o jogo e mais. Confira!




Ninguém fica feliz com a lesão de um companheiro. Mas agora chegou a sua hora?
Com certeza. Infelizmente o Wilson se lesionou, mas estou torcendo para que ele volte o mais rápido possível. Na minha opinião é um dos melhores goleiros do campeonato Brasileiro hoje. Agora é minha oportunidade, estou trabalhando forte, vocês estão vendo o tanto que eu trabalho, me esforço. Agora é tentar aproveitar a oportunidade que estou tendo, não tomar gol, o que é muito importante, e dar seguimento ao nosso trabalho que está sendo bem feito.

Novamente o Coritiba no seu caminho. Ano passado você atuou lá, contra o Coxa pela Copa do Brasil, mas não teve boas recordações, depois do 4 x 1. E agora, espera melhor sorte?
É até engraçado. Há um ano atrás, eu estava lá jogando contra o Coritiba pela Copa do Brasil, e esse ano nós estamos nos encontrando de novo, agora vou estar diante da minha torcida. Minha expectativa é que eu possa fazer um bom jogo. Acho que naquele ano eu não estava bem preparado, esse ano estou bem mais treinado, mais preparado. Agora é entrar, fazer um bom jogo e ajudar meus companheiros, tenho certeza que vamos sair com a vitória amanhã.

A Seleção Brasileira sub 20 e o convívio com o Wilson e o Deola, fizeram você evoluir ainda mais?
Com certeza. Eu até falei com o Wilson esses dias, que estava aprendendo muito com ele, um goleiro experiente que está jogando a muito tempo o campeonato Brasileiro. Essa convivência com ele nos treinamentos está me ensinando muita coisa, e sem dúvida nenhuma, me sinto muito mais preparado, estou pronto agora. Nosso professor Washington está fazendo um excelente trabalho, e espero amanhã fazer um bom jogo.

Não dá para esquecer os 5 gols que o Vitória levou diante do Cruzeiro, nem sempre levar gol é culpa do goleiro. Como você está encarando essa situação?
Acho que esse jogo que aconteceu já passou, isso não vai abalar nosso time, porque sabemos que foi um acidente de percurso, que aconteceu lá. Vocês estão de prova que nossa equipe é qualificada, muito boa, aquilo que aconteceu é passado, nem quero falar mais daquele jogo. A convivência com minha zaga é excelente, o Victor Ramos já jogamos juntos na base, com o Dimas fomos campeões ano passado pela Copa do Brasil, o Euller também é da base, então está tudo entrosado. O Fabrício também nos ajuda muito, vai dar tudo certo, creio que vamos fazer um bom jogo amanhã e sair sem tomar gol, que é o mais importante.

São 5 jogadores que não vem atuando no time titular. Qual foi a palavra que o Caio Jr. passou para vocês, nesse único treino?
O Caio Jr. confia em todo mundo que está aqui. Se ele está colocando esses jogadores que não vem jogando, é porque confia. Ele falou para a gente que confia, e que está colocando de cabeça tranquila, porque sabe que vamos dar um retorno positivo para ele amanhã. E tenho certeza que os outros jogadores que estão entrando vão representar muito bem a camisa do Vitória.

O Alex do Coritiba não vem. Para quem é goleiro, isso é uma ótima notícia, não?
Com certeza. O Alex a gente sabe que é um jogador diferenciado, experiente, que está fazendo um grande campeonato Brasileiro. Claro que a ausência dele é bom para a gente, mas se ele estivesse jogando, também daríamos conta do recado, sem dúvida.

Fale um pouco do Guilhermo. Goleiro da base, e que vai estar no banco de reservas amanhã.
O Guilhermo é muito meu amigo particular. Ele chegou aqui, se não me engano, em 2008, a gente dividia quarto junto na concentração. É um goleiro que evoluiu muito de 2, 3 anos pra cá. Está crescendo dentro do clube, fazendo bons campeonatos. Com a minha saída da equipe Juniores, ele está assumindo agora. Já foi campeão Baiano, no começo do ano. É um bom goleiro, e mais uma promessa para o Vitória, sem dúvida.

O Vitória tem um grande histórico de revelar goleiros, mas a algum tempo não tem um goleiro da base no profissional. Você agora é o primeiro da fila, o que passa em sua cabeça, com relação a isso?
Eu fico muito satisfeito de ter essa oportunidade. O Caio esta confiando muito em mim, pode ter certeza que tanto eu, como o Guilhermo, vamos dar certo sim aqui no Vitória. Porque nosso trabalho é muito bem feito, principalmente na categoria de base. Pode ter certeza que o Vitória vai voltar a revelar grandes goleiros, e eu pretendo ser um deles.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br



Atacante Alemão é apresentado: "Estou muito feliz por estar defendendo as cores de um clube tão grande"



O atacante Alemão, novo contratado do Leão, foi apresentado na tarde desta terça-feira no Barradão. Em entrevista coletiva o jogador falou sobre a negociação com o Vitória, situação física, disputa pela camisa 9, suas características e seu começo no Santos junto com Neymar e Ganso. Confira!

Foto: Divulgação

O Vitória tentou desde o início do ano, mas agora está confirmado né?
Eu agradeço o carinho de todo o pessoal do Vitória, principalmente ao nosso diretor o Raimundo, que desde o início do ano me ligou, a gente vem tendo esta conversa, e enfim, aqui estou eu. Muito feliz por estar defendendo essas cores, de um clube tão grande, com uma torcida tão dedicada, tão grande e tão linda.

Você até jogou contra o Vitória aqui no Barradão pelo Brasileirão. Como está sua situação física, estaria preparado para atuar amanhã, se fosse o caso?
O jogador quando não vem atuando os 90 minutos, ele acaba perdendo um pouco de condicionamento físico, devido a concentração, viagens, ele acaba jogando pouco. As vezes é preferível ter um projeto de ir para um jogo e no outro ficar de fora, porque daí você acaba treinando mais quando não vai para o jogo. Mas se amanhã o professor precisar de mim, eu tenho certeza que terei condições de atendê-lo. Claro que eu preciso me dedicar muito mais para atingir o meu condicionamento físico ideal.

Como você ver a disputa pela camisa 9 com Dinei, Pedro Oldoni e o Rômulo? o Dinei, atual titular, tem que abrir o olho? 
O Dinei tem que abri o olho, assim como eu tenho que abrir o olho, todos tem que abrir o olho. Ninguém pode estar acomodado em qualquer posição que seja. Venho para ajudar, para somar, e se for para brigar, com certeza teremos uma briga sadia. Só quem tem a ganhar é o Vitória.

Quais são as suas características?
Não sou um jogador de fazer pivô, até porque não tenho tanto corpo assim. Eu gosto de receber a bola em movimentação, profundidade. venho buscar a bola, tenho essa técnica de vir com ela dominada. Aqui no Vitória tem um jogador que pra mim é fora de serie, muito inteligente, o Renato Cajá. Ele é um meia que todo atacante gostaria de ter em uma equipe, então tenho certeza que tenho tudo para dar certo.

Você chegou a ter alguma briga com o técnico Paulo César Carpegiani na Ponte Preta?
De jeito nenhum. O professor Carpegiani, eu admiro muito, não tem nem como não admirar uma pessoa daquela, um treinador daquele, e um atleta com ele foi. Então sou muito humilde, um menino muito educado, não tive nenhum tipo de constrangimento na Ponte Preta, muito pelo contrário, guardo as pessoas dali com muito carinho.

Você surgiu no Santos, mais ou menos na mesma época que o Neymar. Você fez um gol na Taça São Paulo de 2008 contra o Bragantino, com o passe do Neymar, você lembra desse gol?
Me lembro sim, foi um passe de cabeça do Neymar, e eu de fora da área consegui chutar, um gol memorável para mim, tenho muita honra de ter jogado um dia ao lado desse craque, e espero um dia poder voltar a jogar com ele, quem sabe.

Você jogava junto com o Neymar e o Ganso na base do Santos, porque a carreira de vocês tomaram caminhos diferentes?
Na minha opinião eu me precipitei muito em sair do Santos. eu tenho mais proximidade com o Ganso, chamo ele de Henrique. Na época, na Taça São Paulo, o pessoal de fora, do exterior ia muito assistir os nossos jogos. Eu me precipitei nesse sentido, de ter saído do Santos muito novo, poderia ter esperado um pouquinho mais, e ter entrado naquele time, como entrou o meu amigo Ganso, o Wesley, o próprio Neymar, o André, e por aí vai.... Fui para a Udinese na Itália, que é um grande time também, e lá aprendi muitas coisas, mas talvez se eu tivesse esperado um pouquinho mais, poderia estar hoje com eles. Mas não me arrependo não, porque saí de lá e fui para um grande time, onde aprendi muito também.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Lateral Direito Ayrton é apresentado, confira entrevista coletiva com o jogador



O lateral direito Ayrton, nova contratação do Vitória, foi apresentado na tarde desta segunda-feira. Em entrevista coletiva, falou sobre a expectativa de jogar pelo Leão, seu estilo de jogo, explicou a saída do Palmeiras e chegada no rubro negro. Confira!




Está feliz em poder atuar pelo Vitória?
Com certeza, estou feliz de estar aqui hoje, e de vestir essa camisa, e com muito trabalho, suor, estar a disposição do treinador, o melhor possível poder ajudar a equipe.

O Vitória sofre com um grande problema na lateral direita, devido ao Nino estar sempre machucado. Caso precise, você já estaria pronto para jogar na quarta ou no sábado?
Com certeza, se depender de mim, estou a disposição o mais rápido possível do professor Caio. E poder ajudar a equipe o mais rápido possível, regularizando toda documentação, estou a disposição.

Fale um pouco de seu estilo?
Eu sempre fui mais jogador de força, tocar e receber, chegando ao fundo e ajudando meus companheiros. Mas não de toda hora estar se desgastando, mas sim na boa com qualidade. E também na bola parada, poder ajudar da melhor maneira possível, que é um dos pontos fortes meu.

Antes de ir para o Palmeiras você estava no Coritiba. O que passar para o Caio do adversário de quarta-feira?
O Coritiba é uma equipe bem organizada, marcam forte, tem jogadores bons, de qualidade. Não sei quem é que vem para o jogo, mas é um time que marca forte, por posição, bem organizado. Mas com certeza dentro de casa temos que fazer o melhor e buscar a vitória.

O Vitória levou 250 chutes a gol neste campeonato Brasileiro. Do ponto de vista do lateral, o que pode ser feito para diminuir este índice?
Acho que primeiramente nós da parte de trás, temos que estar bem organizados, não pode ter buraco, deixar a defesa exposta, os volantes tem que ajudar fazendo a cobertura, o lateral tem que estar postado para não levar bola nas costas, para não sair os cruzamentos que tem acontecido.

Por ironia do destino você pode estrear contra uma equipe na qual se destacou, o que acha disso?
Eu quero estar a disposição o mais rápido possível, independente de qual adversário seja, quero sempre estar ajudando da melhor maneira possível, não vejo a hora de poder estar estreando para ajudar a equipe.

O que te fez sair do Palmeiras e vir para o Vitória?
Eu estive jogando pelo Palmeiras antes da Copa das Confederações, fui titular, joguei a Libertadores, o começo do Brasileiro, e depois com a parada teve uma negociação, onde eu fiquei afastado resolvendo a questão da negociação. Daí a comissão e a diretoria preferiram dar espaço ao Luís Felipe, que tinha voltado a equipe. Eu como tinha ficado de fora dos primeiros jogos depois da volta, acabei ficando afastando, treinando com o grupo, mas não indo para jogos. A equipe do Vitória fez uma proposta, conversaram com o Diretor, o Caio. Aí eu resolvi vir pra cá e ajudar a equipe.

Você se considera um lateral ofensivo, ou que recompõe mais a defesa?
Eu acredito que sou um lateral até mais ofensivo, apoio bastante, mas também procuro estar "fechadinho" para ajudar a zaga. Acho que a primeira coisa que um lateral tem que fazer é marcar bem, para depois sair com qualidade e ajudar no apoio a nossa equipe.

Por: Cássio Santos (@cassioECV) / tudosovreecvitoria.blogspot.com.br